quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

Morena Cor

Morena cor da vida,

Do tom da flor

Do cheiro do amor

Do ímpeto da esperança

Quisera eu, Morpheu,

Viver teu sono

E cantigar tua aura

Enquanto dormes.

Pudera teu, sorriso

Entre lábios carnudos

Vê-los em minha lente

E contemplá-los

Desejá-los meus

Por todo sempre,

Banhando-me de volúpia

Encantadora núpcia.

A sua sombra no breu,

Derramada no tapete

Acaricia o afago,

O apago do abajur

A luz da vida,

A epiderme

A pele morena.

Como a sua.


Escrito por Juliano Vieira, um grande amigo, que fez essa poesia dedicada à mim.

4 comentários:

Sem alarmes e sem surpresas disse...

e ai Mari tudo belezis?

valeu pelo coments...agora na sinceridade...gostou daquele post mesmo? suidhsaudodasdhusahoi

Beijão ;****

Sem alarmes e sem surpresas disse...

DYDADADGSYAU

ei formatura vai bombar o/

Beijoo ;**

Bruh Fontana disse...

Adorei teu blog...e parabéns por ter postado um poema do Juliano...esse poeta vai longe!

Sucesso.

feliz natal!

Paulo Vilmar disse...

Grande Juliano. Belo poema!
Beijos.